Mas não poderia deixar exaltam um pouco mais o meu clássico preferido: Le fabuleux destin d’Amélie
Poulain. O filme conta a história de uma menina que cresceu isolada. Isso
porque, nas consultas mensais que ela tinha com seu pai, que era médico, seu
coração batia acelerado. Esse era o único contato familiar que ela possuía, por isso ficava tão exaltada. Daí acharam que ela tinha uma anomalia no coração e privaram do mundo externo. Não é super fofo e bem
pensado? Como se não bastasse, logo sua mãe morre e ela fica cada vez mais
solitária.
Tudo muda no dia em que ela, já adulta, encontra no banheiro de seu
apartamento uma caixinha de
pertences de uma criança, que havia morado lá. Ela
faz uma super busca e acaba encontrando o dono, que fica totalmente feliz, mas não descobre quem realizou a boa ação. A partir daí, Amélie tem um novo objetivo: realizar, a partir das mínimas coisas, a felicidade das pessoas. E não pensem que foi fácil, o filme é bem realista ao mostrar que nem sempre as coisas dão certo. Uma coisa que ela fala e que eu gosto de relacionar a personagem é "Talvez ela apenas seja diferente", isto é, Amélie não é como os outros; ela se preocupa, aproveita cada momento e se permite ser exatamente o que é. A jornada altruísta é surpreendente, emocionante e com certeza, muda o telespectador. Além disso, tem a cinematografia mais incrível que já vi. Um filme inesquecível.
Por Julia Cruvinel










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